ainda por cima o criminoso que quer que haja saude diferenciada para ricos e para pobres, vem com uma conversa sobre os cuidados paliativos, deve ser a mesma conversa que teve com os combatentes do ultramar... depois deulhes 20 ou 25 centimos; porco
terça-feira, 31 de agosto de 2010
porco
foda-se, não ia escrever mais nada hoje e não é que vejo esse ladrão assassino paulo portas a vomitar langonha sobre quem quer ter o direito a morrer; mas quemé o cabrão para decidir isso! quem lhe deu o direito? o boi papa?
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cabrãofodido
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segunda-feira, 30 de agosto de 2010
pide,sgps
• 1931, o estudante Branco é morto pela PSP, durante uma manifestação no Porto;
• 1932, Armando Ramos, jovem, é morto em consequência de espancamentos; Aurélio Dias, fragateiro, é morto após 30 dias de tortura; Alfredo Ruas, é assassinado a tiro durante uma manifestação em Lisboa;
• 1934, Américo Gomes, operário, morre em Peniche após dois meses de tortura; Manuel Vieira Tomé, sindicalista ferroviário morre durante a tortura em consequência da repressão da greve de 18 de Janeiro; Júlio Pinto, operário vidreiro, morto à pancada durante a repressão da greve de 18 de Janeiro; a PSP mata um operário conserveiro durante a repressão de uma greve em Setúbal
• 1935, Ferreira de Abreu, dirigente da organização juvenil do PCP, morre no hospital após ter sido espancado na sede da PIDE (então PVDE);
• 1936, Francisco Cruz, operário da Marinha Grande, morre na Fortaleza de Angra do Heroísmo, vítima de maus tratos, é deportado do 18 de Janeiro; Manuel Pestana Garcez, trabalhador, é morto durante a tortura;
• 1937, Ernesto Faustino, operário; José Lopes, operário anarquista, morre durante a tortura, sendo um dos presos da onda de repressão que se seguiu ao atentado a Salazar; Manuel Salgueiro Valente, tenente-coronel, morre em condições suspeitas no forte de Caxias; Augusto Costa, operário da Marinha Grande, Rafael Tobias Pinto da Silva, de Lisboa, Francisco Domingues Quintas, de Gaia, Francisco Manuel Pereira, marinheiro de Lisboa, Pedro Matos Filipe, de Almada e Cândido Alves Barja, marinheiro, de Castro Verde, morrem no espaço de quatro dias no Tarrafal, vítimas das febres e dos maus tratos; Augusto Almeida Martins, operário, é assassinado na sede da PIDE (PVDE) durante a tortura ; Abílio Augusto Belchior, operário do Porto, morre no Tarrafal, vítima das febres e dos maus tratos;
• 1938, António Mano Fernandes, estudante de Coimbra, morre no Forte de Peniche, por lhe ter sido recusada assistência médica, sofria de doença cardíaca; Rui Ricardo da Silva, operário do Arsenal, morre no Aljube, devido a tuberculose contraída em consequência de espancamento perpetrado por seis agentes da Pide durante oito horas; Arnaldo Simões Januário, dirigente anarco-sindicalista, morre no campo do Tarrafal, vítima de maus tratos; Francisco Esteves, operário torneiro de Lisboa, morre na tortura na sede da PIDE; Alfredo Caldeira, pintor, dirigente do PCP, morre no Tarrafal após lenta agonia sem assistência médica;
• 1939, Fernando Alcobia, morre no Tarrafal, vítima de doença e de maus tratos;
• 1940, Jaime Fonseca de Sousa, morre no Tarrafal, vítima de maus tratos; Albino Coelho, morre também no Tarrafal; Mário Castelhano, dirigente anarco-sindicalista, morre sem assistência médica no Tarrafal;
• 1941, Jacinto Faria Vilaça, Casimiro Ferreira; Albino de Carvalho; António Guedes Oliveira e Silva; Ernesto José Ribeiro, operário, e José Lopes Dinis morrem no Tarrafal;
• 1942, Henrique Domingues Fernandes morre no Tarrafal; Carlos Ferreira Soares, médico, é assassinado no seu consultório com rajadas de metralhadora, os agentes assassinos alegam legítima defesa (?!); Bento António Gonçalves, secretário-geral do P. C. P. Morre no Tarrafal; Damásio Martins Pereira, fragateiro, morre no Tarrafal; Fernando Óscar Gaspar, morre tuberculoso no regresso da deportação; António de Jesus Branco morre no Tarrafal;
• 1943, Rosa Morgado, camponesa do Ameal (Águeda), e os seus filhos, António, Júlio e Constantina, são mortos a tiro pela GNR; Paulo José Dias morre tuberculoso no Tarrafal; Joaquim Montes morre no Tarrafal com febre biliosa; José Manuel Alves dos Reis morre no Tarrafal; Américo Lourenço Nunes, operário, morre em consequência de espancamento perpetrado durante a repressão da greve de Agosto na região de Lisboa; Francisco do Nascimento Gomes, do Porto, morre no Tarrafal; Francisco dos Reis Gomes, operário da Carris do Porto, é morto durante a tortura;
• 1944, general José Garcia Godinho morre no Forte da Trafaria, por lhe ser recusado internamento hospitalar; Francisco Ferreira Marques, de Lisboa, militante do PCP, em consequência de espancamento e após mês e meio de incomunicabilidade; Edmundo Gonçalves morre tuberculoso no Tarrafal; assassinados a tiro de metralhadora uma mulher e uma criança, durante a repressão da GNR sobre os camponeses rendeiros da herdade da Goucha (Benavente), mais 40 camponeses são feridos a tiro.
• 1945, Manuel Augusto da Costa morre no Tarrafal; Germano Vidigal, operário, assassinado com esmagamento dos testículos, depois de três dias de tortura no posto da GNR de Montemor-o-Novo; Alfredo Dinis (Alex), operário e dirigente do PCP, é assassinado a tiro na estrada de Bucelas; José António Companheiro, operário, de Borba, morre de tuberculose em consequência dos maus tratos na prisão;
• 1946, Manuel Simões Júnior, operário corticeiro, morre de tuberculose após doze anos de prisão e de deportação; Joaquim Correia, operário litógrafo do Porto, é morto por espancamento após quinze meses de prisão;
• 1947, José Patuleia, assalariado rural de Vila Viçosa, morre durante a tortura na sede da PIDE;
• 1948, António Lopes de Almeida, operário da Marinha Grande, é morto durante a tortura; Artur de Oliveira morre no Tarrafal; Joaquim Marreiros, marinheiro da Armada, morre no Tarrafal após doze anos de deportação; António Guerra, operário da Marinha Grande, preso desde 18 de Janeiro de 1934, morre quase cego e após doença prolongada;
• 1950, Militão Bessa Ribeiro, operário e dirigente do PCP, morre na Penitenciária de Lisboa, durante uma greve de fome e após nove meses de incomunicabilidade; José Moreira, operário, assassinado na tortura na sede da PIDE, dois dias após a prisão, o corpo é lançado por uma janela do quarto andar para simular suicídio; Venceslau Ferreira morre em Lisboa após tortura; Alfredo Dias Lima, assalariado rural, é assassinado a tiro pela GNR durante uma manifestação em Alpiarça;
• 1951, Gervásio da Costa, operário de Fafe, morre vítima de maus tratos na prisão;
• 1954, Catarina Eufémia, assalariada rural, assassinada a tiro em Baleizão, durante uma greve, grávida e com uma filha nos braços;
• 1957, Joaquim Lemos Oliveira, barbeiro de Fafe, morre na sede da PIDE no Porto após quinze dias de tortura; Manuel da Silva Júnior, de Viana do Castelo, é morto durante a tortura na sede da PIDE no Porto, sendo o corpo, irreconhecível, enterrado às escondidas num cemitério do Porto; José Centeio, assalariado rural de Alpiarça, é assassinado pela PIDE;
• 1958, José Adelino dos Santos, assalariado rural, é assassinado a tiro pela GNR, durante uma manifestação em Montemor-o-Novo, vários outros trabalhadores são feridos a tiro; Raul Alves, operário da Póvoa de Santa Iria, após quinze dias de tortura, é lançado por uma janela do quarto andar da sede da PIDE, à sua morte assiste a esposa do embaixador do Brasil;
• 1961, Cândido Martins Capilé, operário corticeiro, é assassinado a tiro pela GNR durante uma manifestação em Almada; José Dias Coelho, escultor e militante do PCP, é assassinado à queima-roupa numa rua de Lisboa;
• 1962, António Graciano Adângio e Francisco Madeira, mineiros em Aljustrel, são assassinados a tiro pela GNR; Estêvão Giro, operário de Alcochete, é assassinado a tiro pela PSP durante a manifestação do 1º de Maio em Lisboa;
• 1963, Agostinho Fineza, operário tipógrafo do Funchal, é assassinado pela PSP, sob a indicação da PIDE, durante uma manifestação em Lisboa;
• 1964, Francisco Brito, desertor da guerra colonial, é assassinado em Loulé pela GNR; David Almeida Reis, trabalhador, é assassinado por agentes da PIDE durante uma manifestação em Lisboa;
• 1965, general Humberto Delgado e a sua secretária Arajaryr Campos são assassinados a tiro em Vila Nueva del Fresno (Espanha), os assassinos são o inspector da PIDE Rosa Casaco e o subinspector Agostinho Tienza e o agente Casimiro Monteiro;
• 1967, Manuel Agostinho Góis, trabalhador agrícola de Cuba, more vítima de tortura na PIDE;
• 1968, Luís António Firmino, trabalhador de Montemor, morre em Caxias, vítima de maus tratos; Herculano Augusto, trabalhador rural, é morto à pancada no posto da PSP de Lamego por condenar publicamente a guerra colonial; Daniel Teixeira, estudante, morre no Forte de Caxias, em situação de incomunicabilidade, depois de agonizar durante uma noite sem assistência;
• 1969, Eduardo Mondlane, dirigente da Frelimo, é assassinado através de um atentado organizado pela PIDE;
• 1972, José António Leitão Ribeiro Santos, estudante de Direito em Lisboa e militante do MRPP, é assassinado a tiro durante uma reunião de apoio à luta do povo vietnamita e contra a repressão, o seu assassino, o agente da PIDE Coelha da Rocha, viria a escapar-se na "fuga-libertação" de Alcoentre, em Junho de 1975;
• 1973, Amilcar Cabral, dirigente da luta de libertação da Guiné e Cabo Verde, é assassinado por um bando mercenário a soldo da PIDE, chefiado por Alpoim Galvão;
• 1974, (dia 25 de Abril), Fernando Carvalho Gesteira, de Montalegre, José James Barneto, de Vendas Novas, Fernando Barreiros dos Reis, soldado de Lisboa, e José Guilherme Rego Arruda, estudante dos Açores, são assassinados a tiro pelos pides acoitados na sua sede na Rua António Maria Cardoso, são ainda feridas duas dezenas de pessoas.
A PIDE
• 1932, Armando Ramos, jovem, é morto em consequência de espancamentos; Aurélio Dias, fragateiro, é morto após 30 dias de tortura; Alfredo Ruas, é assassinado a tiro durante uma manifestação em Lisboa;
• 1934, Américo Gomes, operário, morre em Peniche após dois meses de tortura; Manuel Vieira Tomé, sindicalista ferroviário morre durante a tortura em consequência da repressão da greve de 18 de Janeiro; Júlio Pinto, operário vidreiro, morto à pancada durante a repressão da greve de 18 de Janeiro; a PSP mata um operário conserveiro durante a repressão de uma greve em Setúbal
• 1935, Ferreira de Abreu, dirigente da organização juvenil do PCP, morre no hospital após ter sido espancado na sede da PIDE (então PVDE);
• 1936, Francisco Cruz, operário da Marinha Grande, morre na Fortaleza de Angra do Heroísmo, vítima de maus tratos, é deportado do 18 de Janeiro; Manuel Pestana Garcez, trabalhador, é morto durante a tortura;
• 1937, Ernesto Faustino, operário; José Lopes, operário anarquista, morre durante a tortura, sendo um dos presos da onda de repressão que se seguiu ao atentado a Salazar; Manuel Salgueiro Valente, tenente-coronel, morre em condições suspeitas no forte de Caxias; Augusto Costa, operário da Marinha Grande, Rafael Tobias Pinto da Silva, de Lisboa, Francisco Domingues Quintas, de Gaia, Francisco Manuel Pereira, marinheiro de Lisboa, Pedro Matos Filipe, de Almada e Cândido Alves Barja, marinheiro, de Castro Verde, morrem no espaço de quatro dias no Tarrafal, vítimas das febres e dos maus tratos; Augusto Almeida Martins, operário, é assassinado na sede da PIDE (PVDE) durante a tortura ; Abílio Augusto Belchior, operário do Porto, morre no Tarrafal, vítima das febres e dos maus tratos;
• 1938, António Mano Fernandes, estudante de Coimbra, morre no Forte de Peniche, por lhe ter sido recusada assistência médica, sofria de doença cardíaca; Rui Ricardo da Silva, operário do Arsenal, morre no Aljube, devido a tuberculose contraída em consequência de espancamento perpetrado por seis agentes da Pide durante oito horas; Arnaldo Simões Januário, dirigente anarco-sindicalista, morre no campo do Tarrafal, vítima de maus tratos; Francisco Esteves, operário torneiro de Lisboa, morre na tortura na sede da PIDE; Alfredo Caldeira, pintor, dirigente do PCP, morre no Tarrafal após lenta agonia sem assistência médica;
• 1939, Fernando Alcobia, morre no Tarrafal, vítima de doença e de maus tratos;
• 1940, Jaime Fonseca de Sousa, morre no Tarrafal, vítima de maus tratos; Albino Coelho, morre também no Tarrafal; Mário Castelhano, dirigente anarco-sindicalista, morre sem assistência médica no Tarrafal;
• 1941, Jacinto Faria Vilaça, Casimiro Ferreira; Albino de Carvalho; António Guedes Oliveira e Silva; Ernesto José Ribeiro, operário, e José Lopes Dinis morrem no Tarrafal;
• 1942, Henrique Domingues Fernandes morre no Tarrafal; Carlos Ferreira Soares, médico, é assassinado no seu consultório com rajadas de metralhadora, os agentes assassinos alegam legítima defesa (?!); Bento António Gonçalves, secretário-geral do P. C. P. Morre no Tarrafal; Damásio Martins Pereira, fragateiro, morre no Tarrafal; Fernando Óscar Gaspar, morre tuberculoso no regresso da deportação; António de Jesus Branco morre no Tarrafal;
• 1943, Rosa Morgado, camponesa do Ameal (Águeda), e os seus filhos, António, Júlio e Constantina, são mortos a tiro pela GNR; Paulo José Dias morre tuberculoso no Tarrafal; Joaquim Montes morre no Tarrafal com febre biliosa; José Manuel Alves dos Reis morre no Tarrafal; Américo Lourenço Nunes, operário, morre em consequência de espancamento perpetrado durante a repressão da greve de Agosto na região de Lisboa; Francisco do Nascimento Gomes, do Porto, morre no Tarrafal; Francisco dos Reis Gomes, operário da Carris do Porto, é morto durante a tortura;
• 1944, general José Garcia Godinho morre no Forte da Trafaria, por lhe ser recusado internamento hospitalar; Francisco Ferreira Marques, de Lisboa, militante do PCP, em consequência de espancamento e após mês e meio de incomunicabilidade; Edmundo Gonçalves morre tuberculoso no Tarrafal; assassinados a tiro de metralhadora uma mulher e uma criança, durante a repressão da GNR sobre os camponeses rendeiros da herdade da Goucha (Benavente), mais 40 camponeses são feridos a tiro.
• 1945, Manuel Augusto da Costa morre no Tarrafal; Germano Vidigal, operário, assassinado com esmagamento dos testículos, depois de três dias de tortura no posto da GNR de Montemor-o-Novo; Alfredo Dinis (Alex), operário e dirigente do PCP, é assassinado a tiro na estrada de Bucelas; José António Companheiro, operário, de Borba, morre de tuberculose em consequência dos maus tratos na prisão;
• 1946, Manuel Simões Júnior, operário corticeiro, morre de tuberculose após doze anos de prisão e de deportação; Joaquim Correia, operário litógrafo do Porto, é morto por espancamento após quinze meses de prisão;
• 1947, José Patuleia, assalariado rural de Vila Viçosa, morre durante a tortura na sede da PIDE;
• 1948, António Lopes de Almeida, operário da Marinha Grande, é morto durante a tortura; Artur de Oliveira morre no Tarrafal; Joaquim Marreiros, marinheiro da Armada, morre no Tarrafal após doze anos de deportação; António Guerra, operário da Marinha Grande, preso desde 18 de Janeiro de 1934, morre quase cego e após doença prolongada;
• 1950, Militão Bessa Ribeiro, operário e dirigente do PCP, morre na Penitenciária de Lisboa, durante uma greve de fome e após nove meses de incomunicabilidade; José Moreira, operário, assassinado na tortura na sede da PIDE, dois dias após a prisão, o corpo é lançado por uma janela do quarto andar para simular suicídio; Venceslau Ferreira morre em Lisboa após tortura; Alfredo Dias Lima, assalariado rural, é assassinado a tiro pela GNR durante uma manifestação em Alpiarça;
• 1951, Gervásio da Costa, operário de Fafe, morre vítima de maus tratos na prisão;
• 1954, Catarina Eufémia, assalariada rural, assassinada a tiro em Baleizão, durante uma greve, grávida e com uma filha nos braços;
• 1957, Joaquim Lemos Oliveira, barbeiro de Fafe, morre na sede da PIDE no Porto após quinze dias de tortura; Manuel da Silva Júnior, de Viana do Castelo, é morto durante a tortura na sede da PIDE no Porto, sendo o corpo, irreconhecível, enterrado às escondidas num cemitério do Porto; José Centeio, assalariado rural de Alpiarça, é assassinado pela PIDE;
• 1958, José Adelino dos Santos, assalariado rural, é assassinado a tiro pela GNR, durante uma manifestação em Montemor-o-Novo, vários outros trabalhadores são feridos a tiro; Raul Alves, operário da Póvoa de Santa Iria, após quinze dias de tortura, é lançado por uma janela do quarto andar da sede da PIDE, à sua morte assiste a esposa do embaixador do Brasil;
• 1961, Cândido Martins Capilé, operário corticeiro, é assassinado a tiro pela GNR durante uma manifestação em Almada; José Dias Coelho, escultor e militante do PCP, é assassinado à queima-roupa numa rua de Lisboa;
• 1962, António Graciano Adângio e Francisco Madeira, mineiros em Aljustrel, são assassinados a tiro pela GNR; Estêvão Giro, operário de Alcochete, é assassinado a tiro pela PSP durante a manifestação do 1º de Maio em Lisboa;
• 1963, Agostinho Fineza, operário tipógrafo do Funchal, é assassinado pela PSP, sob a indicação da PIDE, durante uma manifestação em Lisboa;
• 1964, Francisco Brito, desertor da guerra colonial, é assassinado em Loulé pela GNR; David Almeida Reis, trabalhador, é assassinado por agentes da PIDE durante uma manifestação em Lisboa;
• 1965, general Humberto Delgado e a sua secretária Arajaryr Campos são assassinados a tiro em Vila Nueva del Fresno (Espanha), os assassinos são o inspector da PIDE Rosa Casaco e o subinspector Agostinho Tienza e o agente Casimiro Monteiro;
• 1967, Manuel Agostinho Góis, trabalhador agrícola de Cuba, more vítima de tortura na PIDE;
• 1968, Luís António Firmino, trabalhador de Montemor, morre em Caxias, vítima de maus tratos; Herculano Augusto, trabalhador rural, é morto à pancada no posto da PSP de Lamego por condenar publicamente a guerra colonial; Daniel Teixeira, estudante, morre no Forte de Caxias, em situação de incomunicabilidade, depois de agonizar durante uma noite sem assistência;
• 1969, Eduardo Mondlane, dirigente da Frelimo, é assassinado através de um atentado organizado pela PIDE;
• 1972, José António Leitão Ribeiro Santos, estudante de Direito em Lisboa e militante do MRPP, é assassinado a tiro durante uma reunião de apoio à luta do povo vietnamita e contra a repressão, o seu assassino, o agente da PIDE Coelha da Rocha, viria a escapar-se na "fuga-libertação" de Alcoentre, em Junho de 1975;
• 1973, Amilcar Cabral, dirigente da luta de libertação da Guiné e Cabo Verde, é assassinado por um bando mercenário a soldo da PIDE, chefiado por Alpoim Galvão;
• 1974, (dia 25 de Abril), Fernando Carvalho Gesteira, de Montalegre, José James Barneto, de Vendas Novas, Fernando Barreiros dos Reis, soldado de Lisboa, e José Guilherme Rego Arruda, estudante dos Açores, são assassinados a tiro pelos pides acoitados na sua sede na Rua António Maria Cardoso, são ainda feridas duas dezenas de pessoas.
A PIDE
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domingo, 29 de agosto de 2010
contrapartidas mas pouco
porque é que os ladrões que fizeram os negócios de armamento ainda estão no activo? se fizeram um mau trabalho porque não corremos com eles já? se calhar temos que corre-los à força; se calhar não vão de livre vontade, vamos correr com eles! vamos julgá-los, vamos reservar uma sala respeitável e dizer uma serie de patranhas, aplicar a lei, a lei de deus ( a lei dos ladrões de são bento não tem validade na realidade dos rectos).
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sábado, 28 de agosto de 2010
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PIDE,sa
tenho na cabeça 2, 3 tópicos entalados, a ver se me lembro...
dizia a ana gomes que o perdão aos que o tentaram matar podia ser contraproducente visto que a justiça em timor se encontra já muito desacreditada e que de algum modo o mesmo se passou em putagal e continua a passar. veio lembrar algo que me vem atormentando à muito. porque é que qualquer dependente de substancias que cometa um crime tem que pagar um preço uma vez que até é o estado de putagal que o impede de produzir,comprar ou importar as substancias de que nessecita e inversamente os criminosos actuais de colarinho branco saem sempre impunes, mais os pides, não conheço nenhum que tenha sido julgado. será porque há muitos colarinhos brancos em são bento? haveria muitas conexões pidescas com a malta que tomou o poder em 74? quando o estado não aplica justiça o cidadão comum tem direito de a fazer?
dizia a ana gomes que o perdão aos que o tentaram matar podia ser contraproducente visto que a justiça em timor se encontra já muito desacreditada e que de algum modo o mesmo se passou em putagal e continua a passar. veio lembrar algo que me vem atormentando à muito. porque é que qualquer dependente de substancias que cometa um crime tem que pagar um preço uma vez que até é o estado de putagal que o impede de produzir,comprar ou importar as substancias de que nessecita e inversamente os criminosos actuais de colarinho branco saem sempre impunes, mais os pides, não conheço nenhum que tenha sido julgado. será porque há muitos colarinhos brancos em são bento? haveria muitas conexões pidescas com a malta que tomou o poder em 74? quando o estado não aplica justiça o cidadão comum tem direito de a fazer?
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corja
sexta-feira, 27 de agosto de 2010
quinta-feira, 26 de agosto de 2010
jagunços
este socrates, eu até comecei por "gostar" dele, ao principio fez coisas que nenhum dos cabrões que lá roubou antes tinha feito; não gratuitamente é verdade, não podia fazer mais nada que não tinha "gaita","prata", para delapidar e agora é o mesmo, não tem arame para gastar então não tem outro remédio que não pôr em prática medidas avulsas até pôr outra vez as patas em dinheiro, que não precisa de ser vivo basta que tenha crédito.
esta ultima medida não vai agilizar nenhum departamento vai é tentar comer mais algum posteriormente como paga por ter facilitado a abertura dos negócios; ora agilizar, descomplicar a "merda" (todos os procedimentos avulsos que ao longo das legislaturas a corja foi instituindo) também já podia ter sido feito no inicio do seu primeiro governo, só que entretanto apareceram os fundos que o distrairam.
falta dizer que grande parte da nojice é praticada pelos nojentos dos autarcas que gerem os sacos azuis.
será que almada tem algum saco azulinho?
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corja
quinta-feira, 19 de agosto de 2010
ORTOPEDIA E JUNTAS MÉDICAS
tenho uma pessoa de familia em espera para uma consulta de ortopedia faz um ano, a sua situação tem piorado. essa mesma pessoa depois de um RX toraxico em que não se via um pulmão perguntou ao médico de familia o porquê. esse médico respondeu que não era nada mas perante a insisrência declarou "afinal quem é que sabe? isso não é nada!" . desconfiada de seguida foi a um médico privado e afinal era, era a valvula da aorta que fazia refluxo e fazia inchar o coração. nem um ano passado estava a ser operada e a" instalar" outra valvula. também nesse centro de saúde enviam as pessoas a fazer exames sem efectuarem os procedimentos requeridos pelos....do min. da saúde. as pessoas vão para fazer o exame chegam aos sítios e mandam-nos para trás; perdem tempo, dinheiro em transportes e vida porque se sentem ultrajadas por esta escumalha. tudo isto a propósitodo do tempo de espera em ortopedia; SE HÁ POUCOS ORTOPEDISTAS PORQUE É QUE ATÉ À POUCO TEMPO ATRÁS FAZIAM AS JUNTAS MÉDICAS PARA TUDO GRANDE PARTE DAS VEZES SÓ COM ORTOPEDISTAS?..................................EU DIGO, PORQUE PERTENCEM À CORJA!
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segunda-feira, 16 de agosto de 2010
merda
preciso de tratar de uns documentos .uma caderneta predial, umas coisas num tribunal(partilhas), uns registos...
andei a ver que documentos dos que preciso já tenho. até aqui tudo bem, só que nem sequer consigo perceber que documentos já possuo. estes comedores de merda fazem as coisas de tal modo que nem sequer os documentos vindos de repartições da administrção publica referem sobre que se tratam. uma vez os documentos não tendo designação não se pode saber o que são. isto é feito já de propósito para foder o cidadão comum que até nem queria andar metido com aqueles ladrões do governo e do estado putaguês. uma vez que é impossivelnos livrarmos da corja de assassinos/ ladrões que são aquela escumalha de são bento e belém, que fazer? implodir esta merda toda?
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sexta-feira, 13 de agosto de 2010
direitos ou deveres
voltamos ao mesmo, são sempre os mesmos abutres que estão convencidos que são donos do caralho da terra. mas quem é que tem a ver com isso se eu acampo aqui ou ali? tá visto, algum porco que é dono da verdade.
uma pessoa não tem o direito de pernoitar em qualquer sítio mas um boi qualquer tem o direito de proibir algumas pessoas de o fazer.
uma pessoa não tem o direito de pernoitar em qualquer sítio mas um boi qualquer tem o direito de proibir algumas pessoas de o fazer.
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gorjetas
a moda das gorjetas não sei de onde vem, vem parece-me da impressão de alguns de que são mais que os outros. para serem melhor servidos não se importam de" pagar um bocadinho mais". mas é um habito porco porque faz com que quem presta um serviço a partir de certa altura também fique com a impressão de que é uma expectativa legitima. não é verdade, a obrigação de qualquer trabalhador é desempenhar sempre as suas funções o melhor possivel.
daqui pode haver de certo modo uma ligação com os prémios de gestão; faz com que muitos gestores se tornem uma corja de chantagistas quando a sua obrigação é fazerem o melhor que possam. os ladrões de são bento proibem tanta merda também podiam proibir as gorjetas. não o fazem porque eles próprios também as esperam!
solução? rezar a deus para que leve esta gente?
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corja
quarta-feira, 11 de agosto de 2010
ladrões
multas na praia? andam p`rai uns filhos de cabras que estão convencidos que são donos do planeta. constroem estradas, seccionam o planeta e depois querem cobrar portagens. esses mesmos tambem acham que são donos da praia, do mar do ar, das ondas hertezianas. ora com gente assim nem vale a pena dialogar...
mas por uma questão de descanso da consciência à que lhes dar a conhecer (anonimamente) que estão a ofender os outros. freedom
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sexta-feira, 6 de agosto de 2010
bastardos
proibido jogar á bola na praia? não percebi. proibido implicar com a liberdade dos outros? prejudicar os outros;
o que se passa é que os bastardos de são bento estão convencidos do seu direito de proibir, mas até a legitimidade vem de uma permissão. ladrões de são bento, eu não vos dou essa legitimidade.
o que se passa é que os bastardos de são bento estão convencidos do seu direito de proibir, mas até a legitimidade vem de uma permissão. ladrões de são bento, eu não vos dou essa legitimidade.
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quinta-feira, 5 de agosto de 2010
esticão
é, é ó teresa caeiro, esticão é o que o larapio P.P. costuma fazer.
julgamentos sumários, tudo bem mas para os ladrões de são bento, vamos á procura das declarações de cada criminoso dos que costumam liderar partidos politicos, depois vamos compara-las cronológicamente, investigar em quais estavam a mentir e a seguir fazemos um guantanamo para eles; matá-los não, isso é ilegal, apelar a actos ilegais é crime, dizem os ladrões de são bento.
só pensar, podemos.
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cabrãofodido
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11:05:00 da tarde
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opinião
fucki´n steel in the belly
desobediência a vossa mãezinha
estes bois de são bento é que deviam ser postos no campo pequeno.
com que direito legislam penas por desobediência á autoridade; é como a fuga da prisão, quando a pessoa está presa indevidamente como é o caso da mãe da joana em que não foi provado que a senhora que está presa cometeu o crime, ( juízes que decidem por convicção ) . se a senhora tentasse a fuga, mesmo abatendo um lacaio do estado português no decorrer, eu não a condenava! e se atropelasse um mandante de são bento ou belém, melhor; eu também não a condenava.
bois, porque é que não legislam alguma merda apresentável? só fazem é merda. imaginemos que alguém sarinizava são bento no 25 do esquecimento, o que perdiamos?
ladrões de são bento deixem mas é de roubar!
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corja
quarta-feira, 4 de agosto de 2010
porco
paulo porco - dito assim, quem será?
será aquele que fotocopiou documentos do min. da defesa? não sei.
será aquele que fotocopiou documentos do min. da defesa? não sei.
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cabrãofodido
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1:50:00 da manhã
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opinião
putagal
mario crespo, amigo, só convidas é merda.
essa escumalha toda com que tens de conviver deve-te meter tanto nojo.
todos esses cabrões já lá estiveram; o problema não são as divergencias de opinião mas sim as mudanças destas quando in or out. o problema é eles não implodirem.
o procurador tem razão, os berjessos que advogam a demissão, são alguns dos bois que já lá estiveram. nunca mudaram as regras hierarquicas para não perder o controle já a preveremn a possibilidade de cometerem crimes contra o vosso país futuramente. os dois principais gangs ou estão no governo ou governam-se autarquias, mais ou menos é tudo lucro.
essa escumalha toda com que tens de conviver deve-te meter tanto nojo.
todos esses cabrões já lá estiveram; o problema não são as divergencias de opinião mas sim as mudanças destas quando in or out. o problema é eles não implodirem.
o procurador tem razão, os berjessos que advogam a demissão, são alguns dos bois que já lá estiveram. nunca mudaram as regras hierarquicas para não perder o controle já a preveremn a possibilidade de cometerem crimes contra o vosso país futuramente. os dois principais gangs ou estão no governo ou governam-se autarquias, mais ou menos é tudo lucro.
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cabrãofodido
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12:09:00 da manhã
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